quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Documentário BICHAS é um sucesso na Internet!

bichas-documentarioSegundo a descrição do vídeo:




Esse filme fala, antes de tudo, de amor. Para ser mais exato: de amor próprio. A palavra BICHA vem sendo usado de forma errada, como xingamento. Quando na verdade, deveríamos tomar como elogio. Ser bicha é correr o risco de ser agredido pela ignorância. Resistimos para nos proteger, resistimos para vencer. Ser bicha é ser livre. Não vamos deixar que nos vençam. Não mesmo!



O documentário, de 39 minutos, apresenta depoimentos reais de homossexuais que, como muitos, sofreram preconceito para a aceitação de si e dos outros. Segundo nosso colunista Fabrício Viana, escritor e bacharel em psicologia, autor do livro O Armário sobre a homossexualidade e a saída do armário, "Depoimentos de pessoas que se aceitam, do jeito que são, ajudam outros a se aceitarem também. Eu, quando mais novo, li um livro de um rapaz e me fortaleceu muito. No meu primeiro livro, embora seja científico, coloquei algumas partes sobre minha vida justamente para ajudar as outras pessoas. E tem ajudado muito. Tanto que já faz 10 anos que eu escrevi O Armário e ele continua sendo atual! Esse documentário é fantástico. Merece ser compartilhado milhares de vezes! ", enfatiza Viana.


Criado, dirigido e editado por Marlon Parente, o vídeo conta com depoimentos de Bruno Delgado, Igor Ferreira, Italo Amorim, João Pedro Simões, Orlando Dantas e Peu Carneiro. Todos de Recife/PE.


Assista agora mesmo:



Para mais informações, visite www.bichas.com.br e curta a página no Facebook: www.facebook.com/bichasdoc

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Literatura LGBT. Que tal ganhar os 4 livros de Viana, autografados?


Com quatro livros escritos e publicados com temática LGBT, Fabrício Viana dará em seu blog quatro livros autografados para quem participar da promoção direcionada aos seus leitores e amigos.




"É simples participar, basta me seguir em três redes sociais e comentar, no link da promoção, uma frase envolvendo o termo ´Literatura LGBT´ e meus livros. A frase mais criativa, leva!", enfatiza o autor que também é formado em psicologia e recentemente adquiriu seu registro de jornalista.



Não conhece os livros de Viana? Ele mesmo explica:

"Meu livro mais conhecido é O ARMÁRIO, sobre a homossexualidade. Já fui em vários programas de TV por conta dele desde 2006. Depois publiquei o livro de contos eróticos gays chamado URSOS PERVERSOS, em seguida organizei uma coletânea não erótica que ganhou dois prêmios chamada ORGIAS LITERÁRIAS DA TRIBO e por ultimo, meu romance de 196 páginas com tema gay chamado THEUS. DO FOGO À BUSCA DE SI MESMO. Esse ultimo livro anda fazendo muito sucesso! É muito comum leitores, ao terminarem de ler, me agradecerem chorando! Tem muito conteúdo psicológico nele. Não é só um livro de romances comum, vai um pouco além.", explica o autor.



Para participar da promoção, a página que ele criou é esta aqui:
http://fabricioviana.com/literatura-lgbt-voce-pode-ganhar-os-4-livros-de-fabricio-viana


Você precisa entrar no link acima e seguir todas as informações. Caso não queira participar e comprar alguns de seus livros, Viana deixa claro que nenhum deles são vendido em livrarias, apenas no site da Editora Orgástica (http://www.editoraorgastica.com) ou, para quem mora em São Paulo, na Banca de Jornal MastroRosa, que fica na Rua Dr. Vieira de Caravalho, 10 (ao lado da Praça da República, na capital).


literatura-gay


Para seguir as redes sociais do autor, os links são

Boa sorte. E boa leitura!

Por conta de declarações homofóbicas, Nike rompe contrato milionário.

[caption id="attachment_900" align="aligncenter" width="400"]LAS VEGAS, NV - MAY 02: Manny Pacquiao in the ring before the welterweight unification championship bout on May 2, 2015 at MGM Grand Garden Arena in Las Vegas, Nevada. (Photo by Al Bello/Getty Images) LAS VEGAS, NV - MAY 02: Manny Pacquiao in the ring before the welterweight unification championship bout on May 2, 2015 at MGM Grand Garden Arena in Las Vegas, Nevada. (Photo by Al Bello/Getty Images)[/caption]

Após as declarações homofóbicas de Manny Pacquiao, Nike quebrou o contrato milionário que mantinha com o boxeador. A assessoria de imprensa da multinacional emitiu nota pública:




"Nós achamos os comentários de Manny Pacquiao detestáveis. A Nike fortemente se opõe à discriminação de qualquer forma e tem uma longa história de apoio à comunidade LGBT. Nós não temos mais nenhum relacionamento com Manny Pacquiao", diz o comunicado.



Tudo porque o lutador, em uma entrevista a um canal de TV, fez uma comparação extremamente infeliz:

"É o senso comum. Você vê animais se relacionando com outros do mesmo sexo. Animais são melhores porque conseguem distinguir masculino e feminino. Se homens saem com homens e mulheres saem com mulheres, eles são piores que animais".



Arrependido, principalmente pelo patrocínio, Pacquiao postou um vídeo no Twitter pedindo desculpas. Mas, infelizmente, já era muito tarde.

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Beijo entre militares homossexuais se torna viral

militares-homossexuaisShane Adriano e Cody Resz, que se casaram em Springfiled, Estado norte-americano de Missouri, tiveram sua foto compartilhada por milhares de pessoas em poucas horas.


"A maioria das pessoas que comentavam ou compartilhavam faziam isso porque estavam orgulhosas", diz Resz. Seu companheiro, que fez o pedido de casamento meses atrás, diz que foi amor a primeira vista e não exitou em tentar sua vida a dois.


Em poucas horas, a imagem já tinha mais de 1.300 compartilhamentos.

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Romagaga desiste do personagem após ameaças de morte!












romagaga-preconceito
Romagaga raspou a cabeça e anunciou o fim da personagem após receber ataques e ameaças de morte nas redes sociais

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O seguidores da Romagaga foram surpreendidos na noite de ontem, 15, com uma transmissão ao vivo da webcelebridade fazendo um desabafo em sua página no Facebook.

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"Hoje é o fim da Romagaga, da palhaça, porque é essa a visão que as pessoas tem de mim [...] eu fui analisar, eu fui ver e vi que a gente que é travesti não tem valor nenhum para a sociedade. Eu lutei até aqui porque vocês me deram forças e inspiração, mas pra mim não dá mais. O que mexe mais comigo é ver pessoas desejando a minha morte", afirma Romagaga no vídeo, aos prantos.

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O vídeo publicado de 8 minutos registra ainda o momento em que Romagaga raspa a cabeça simbolizando o fim da personagem. Assista:

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Sobre os ataques


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Romagaga vinha sofrendo ataques de um grupo no Facebook chamado "Máfia Maliciosa". No último dia 14, integrantes desse grupo invadiram o perfil de Romagaga e publicaram diversos comentários ameaçando ela de morte.

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E você? O que acha disso tudo? Comente, deixe sua opinião.


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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

ONU lança selos pró direitos e cidadania LGBT

selos-lgbtA ONU disponibilizou para venda uma série de selos postais pró direitos e cidadania LGBT no início deste mês. Com o tema "Livres e Iguais", os selos foram lançados com o objetivo de conscientizar a população mundial contra a homofobia que infelizmente atinge a todos que compõe esta grande diversidade sexual.


Por enquanto, os selos são vendidos apenas em dólares, francos suiços e euros com equivalência a moeda americana.


As ilustrações são de Sérgio Baradat, conceituado artista que também luta a favor dos direitos e cidadania da população LGBT.


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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Lufe Steffen e seu livro sobre filmes LGBTs: O CINEMA QUE OUSA DIZER SEU NOME

filmelgbt-livroO CINEMA QUE OUSA DIZER SEU NOME é um livro jornalístico publicado pela EDITORA GIOSTRI, onde o autor (o cineasta e jornalista Lufe Steffen) realiza entrevistas com colegas seus, com o seguinte recorte: os entrevistados são cineastas brasileiros que dirigiram filmes com temática LGBT e que iniciaram suas carreiras a partir de 1995. O objetivo é registrar em livro, pela primeira vez no Brasil, esse painel cinematográfico brasileiro referente à temática LGBT.


Através das entrevistas com os cineastas que lidam com tais temas em seus filmes, o livro joga luz sobre as dificuldades que cada realizador enfrenta (sejam de ordem financeira, ideológica, cultural, de criação) para produzir seus filmes, assim como revela os bastidores desses filmes, imortalizando uma trajetória que o cinema LGBT brasileiro vem trilhando com muita força desde a metade dos anos 90.


Independente de temáticas, O CINEMA QUE OUSA DIZER SEU NOME é um livro, antes de mais nada, sobre cinema. Ao realizar um mosaico inédito de entrevistas com estes cineastas brasileiros, o livro busca um parentesco com obras seminais do mesmo gênero, como “Hitchcock Truffaut” (de François Truffaut) e “Afinal, quem faz os filmes” (de Peter Bogdanovich) – ambas compostas por um cineasta entrevistando seu (s) colega (s).


O projeto do livro foi contemplado pelo Edital Proac Nº30 / 2014 do Programa de Ação Cultural – Manifestações Culturais com Temática LGBT. Paralelamente à publicação do livro, haverá a realização de uma mostra retrospectiva, que exibirá alguns curtas-metragens dirigidos pelos cineastas entrevistados no livro.


Contexto Histórico

Nos últimos vinte anos, o cinema brasileiro renasceu com a chamada fase da “retomada”, após o hiato criado pelo fim da Embrafilme. Nessas duas últimas décadas, nossa produção se reinventou e se pluralizou. Entre os caminhos abertos, surgiu um cinema esteticamente eclético, com linguagens diversas, mas que se unifica por um tema: a diversidade sexual.


Não podemos falar em movimento cultural de cinema gay no Brasil, porque a palavra “movimento” costuma definir artistas e obras ligados por características estéticas. Mas podemos agrupar alguns cineastas brasileiros que, recorrentemente, têm se dedicado a realizar filmes protagonizados por personagens gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros – criando assim um mosaico de representações do universo GLBTs.


Este livro dá a palavra, portanto, a esse grupo de cineastas, nascidos em diversas cidades do Brasil, produzindo também em diversos pontos do país. Através de entrevistas diretas, eles revelam seus processos de criação, sua arte e seu cinema.


Entre os entrevistados no livro, estão nomes como Daniel Ribeiro (diretor do mundialmente premiado “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”), Dácio Pinheiro (realizador do documentário “Meu Amigo Claudia”, que narra a trajetória da artista travesti Claudia Wonder), Filipe Matzembacher & Marcio Reolon (diretores do longa “Beira-Mar”), Marcelo Caetano (premiado por curtas como “Bailão”), Otavio Chamorro (diretor premiado por filmes como “Vagabunda de Meia Tigela”) e os integrantes do coletivo (sediado em Recife) Surto & Deslumbramento, num total de vinte extensas e intensas entrevistas.


MOSTRA RETROSPECTIVA
CINEMA LGBT BRASILEIRO 1995-2015:

A mostra realiza uma retrospectiva de curtas-metragens marcantes dentro do panorama LGBT brasileiro, de 1995 até 2015, cobrindo praticamente duas décadas de produção. Assim, a mostra será composta de vinte curtas-metragens (todos apresentando temáticas ligadas ao universo LGBT), todos dirigidos por realizadores brasileiros.

A realização da mostra visa complementar a publicação do livro O CINEMA QUE OUSA DIZER SEU NOME, pois os filmes programados foram dirigidos pelos realizadores entrevistados no livro. Portanto, a retrospectiva desse cinema brasileiro LGBT produzido nas duas últimas décadas ilustra o material apresentado e debatido no livro, fazendo com que os leitores do mesmo possam se tornar espectadores dos filmes citados e examinados na obra escrita, e dessa forma completar o ciclo de discussão sobre os novos rumos desse cinema.


A mostra estreia no Cinesesc, em São Paulo, com sessões entre os dias 21 e 27 de janeiro de 2016. Posteriormente, a mostra será exibida em outros locais de São Paulo, além de outras cidades brasileiras.


Sobre o Autor

luffeLufe Steffen é uma espécie de agitador cultural. Formado em comunicação social e em teatro, cineasta e jornalista na maior parte do tempo, também se aventurou como ator e cantor em peças teatrais, shows e projetos performáticos. Como autor, publicou seu primeiro livro em 2008, “Tragam os Cavalos Dançantes” (obra-reportagem sobre o clube underground paulistano A Lôca). No cinema dirigiu curtas-metragens premiados, como “Os Clubbers Também Comem” (1999) e “Rasgue Minha Roupa” (2002), e chegou aos longas-metragens dirigindo dois badalados documentários sobre a noite gay paulistana: “A Volta da Pauliceia Desvairada” (2012) e “São Paulo em Hi-Fi” (2013).


Em 2016, Lufe Steffen completa vinte anos de carreira como cineasta e jornalista. Unindo esses dois mundos, ele faz em O CINEMA QUE OUSA DIZER SEU NOME um registro do cinema brasileiro de temática LGBT (ou gay, como preferem alguns) das últimas duas décadas, entrevistando cineastas que realizam filmes ligados a tais temas. Os entrevistados são colegas contemporâneos do autor, pois ele próprio é um deles – como cineasta dedicado a realizar filmes “gays”, o autor não resiste a vivenciar uma dupla identidade, entrevistando também a si mesmo.


Lançamento do Livro

O segundo lançamento de O CINEMA QUE OUSA DIZER SEU NOME acontece no sábado 13 / 02 / 2016 no Museu da Diversidade – Metrô República – São Paulo / SP, das 16h às 20h, em evento aberto ao público.


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